O primeiro semestre de 2026 foi movimentado para a Patrimar. A construtora mineira encerrou o período com mais de R$ 1,4 bilhão em lançamentos, avanço de 26% na comparação com o ano anterior, e vendas líquidas de R$ 752 milhões no semestre. Só no segundo trimestre foram R$ 914 milhões lançados e R$ 546 milhões em vendas — um crescimento de 53%. Os números são da prévia operacional divulgada pela companhia e repercutidos pelo Diário do Comércio.
Se você acompanha imóvel em construção, esse ritmo de expansão diz algo importante: a construtora está com caixa reforçado e olhos no futuro, o que costuma abrir espaço para regularizar contratos de quem ficou com uma parcela para trás.
A dica mais acionável: antes de qualquer acordo, some o valor total das parcelas em atraso e defina quanto cabe no orçamento deste mês. Negociar com um número realista na mão evita fechar algo que não se sustenta na próxima parcela.
O que existe hoje para quem tem parcela em atraso
Quem tem uma parcela de obra atrasada com a Patrimar já pode consultar as condições de regularização direto pelo portal da Kitei. Na mesma tela você compara o que cada opção (à vista ou parcelamento) representa no seu bolso antes de decidir.
Por que normalizar o quanto antes
Parcela em atraso costuma acumular juros e encargos com o tempo, e quanto mais cedo o acordo é feito, menor tende a ser o impacto no valor final. E deixar o contrato em dia ajuda a proteger seu nome e a manter boas condições de crédito à frente.
Dê o primeiro passo: consulte seu contrato, veja as opções disponíveis e simule um acordo que caiba no orçamento. Regularizar não é começar de novo — é destravar o que já é seu.
